As Crises do Jornalismo: entre a notícia e o algoritmo

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O jornalismo morreu ou só está tendo crises existenciais em looping? Nesta investigação tão meticulosa quanto apaixonada, FêCris Vasconcellos mergulha nas entranhas de uma profissão acuada por algoritmos, desinformação, falta de grana e de fé. O que está em jogo não é apenas a sobrevivência das redações, mas a qualidade do debate público, da democracia e da nossa capacidade de saber o que está acontecendo (de verdade) no mundo.

Descrição

Em meio à multiplicidade de crises que atravessam o jornalismo – econômicas, simbólicas, tecnológicas e epistemológicas –, esta obra propõe um olhar crítico e investigativo sobre os sentidos e as práticas dessa atividade em transformação.

Entre redações pressionadas por modelos de negócio instáveis e um público cada vez mais cético, o livro identifica campos de crise e examina os tensionamentos entre a prática jornalística e o imaginário social que a sustenta (ou dela se distancia).

A partir de entrevistas e observação, a autora aborda o que está em jogo quando o jornalismo perde a centralidade como mediador simbólico e referência de credibilidade.

 

”Trata-se de uma rigorosa construção, dos fundamentos teóricos à coleta dos dados e às conclusões, focada na procura pelo desvelamento, esse fundamental exercício de levantar véus para descobrir o que se esconde diante dos nossos olhos”
– Juremir Machado da Silva

 

Mais do que diagnosticar o colapso de um modelo, este livro convida à reflexão sobre o jornalismo enquanto campo em disputa, atravessado por demandas sociais, pressões mercadológicas e transformações tecnológicas.
Fernanda Cristine (FêCris) Vasconcellos é, sempre foi e sempre será jornalista. Entre 2012 e 2014, fez mestrado na PUCRS, durante o qual estudou a origem dos influenciadores digitais – quando tudo ainda era mato. Em 2021, concluiu (com louvor) o doutorado com dupla diplomação pela PUCRS e pela Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, onde passou o começo da pandemia. Já atuou em rádio, televisão, revista e jornal impresso, mas, principalmente, com jornalismo digital, área em que fez a maior parte da sua carreira. É uma inquieta por natureza, apaixonada por música e cinema.

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